Benfica pressiona FPF por reforma total da arbitragem em Portugal
manhã de 11 de setembro, o Benfica entregou à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) um documento que propõe a reforma total e completa da arbitragem em Portugal, estruturada em quatro pilares estratégicos – independência, profissionalização, transparência e prestação de contas, durante a reunião.
Quatro pilares da reforma
Eis os detalhes da proposta, que prevê a criação de uma entidade autónoma da Federação, da Liga e dos clubes para gerir a arbitragem. Os mandatos seriam fixos, desfasados dos ciclos eleitorais e totalmente protegidos, selecionados por concurso internacional.
A proposta também exige a separação total entre a entidade responsável pela nomeação dos árbitros e a entidade que avalia o seu desempenho. Tal separação visa eliminar conflitos de interesse na gestão da arbitragem.
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Outro ponto central é a introdução de tecnologia de fora de jogo avançada e a total profissionalização do VAR. A medida pretende reduzir erros críticos e acelerar a revisão de lances.
Além disso, o plano prevê consequências positivas, tanto monetárias quanto de carreira, para árbitros que apresentem mérito, enquanto os que não alcançarem os padrões sofrerão sanções. Assim, o desempenho dos árbitros passaria a ser avaliado de forma objetiva e recompensado de acordo.
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A reunião contou com a presença de Rui Costa, presidente do Benfica, de Mário Branco, diretor‑geral do clube, de Pedro Proença, presidente da FPF, e de Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem. A presença dos dirigentes sublinhou a seriedade da iniciativa.